Mudanças são inevitáveis. Algumas trazem estranhamento, outras proporcionam praticidade e rapidez.

E no mundo das bikes não é diferente. Nos últimos anos surgiram inovações que vieram para ficar, e é preciso estar atento para não perder nenhuma novidade.

Quer saber quais são elas e como podem mudar a forma de andar de bicicleta? Confira o post de hoje e veja como os treinos podem ser influenciados com essas mudanças. Vamos lá?

Bicicleta elétrica

Essa bicicleta possui um motor elétrico em uma das rodas movido a bateria de lítio. Com ela é possível pedalar sem esforço, inclusive em subidas muito íngremes e trechos rurais.

A e-bike, como também é conhecida, modifica bastante o andar de bicicleta: os pedais funcionam apenas para auxiliar em situações que exigirem muito condicionamento físico. Isso é interessante porque evita que o ciclista sofra com quedas, lesões, fraturas e outros riscos.

Em relação às bikes comuns, a bicicleta elétrica possui o alojamento do motor e das baterias, acelerador, controlador e recarregador de bateria. Os aceleradores ficam no guidão e funcionam como em uma motocicleta (tipo thumb). Esse acionamento é independente do pedal e é mais adequado para terrenos planos. Em subidas, o ciclista pode utilizar o pedal e o motor elétrico, que vai acelerar a pedalada.

Os principais benefícios da bicicleta elétrica são a economia (a única despesa é trocar a bateria), praticidade, sustentabilidade (é ecologicamente correta) e o conforto.

Cycle chic

Cycle chic consiste em andar de bicicleta bem vestido. É uma forma de cicloativismo surgido na Dinamarca e difundido pelo cineasta Mikael Colville-Andersen. O movimento tem até um manifesto, o qual afirma que os adeptos dele devem priorizar o estilo à velocidade, escolher uma bike que combine com sua personalidade e, claro, sempre respeitar as leis de trânsito.

Por isso, embora não seja um movimento apenas estético, o cycle chic veio para mudar a maneira como as pessoas se locomovem nas grandes cidades e o mercado de bikes personalizadas.

Rodas 27,5

Muitos ciclistas estão acostumados a pedalar com o (gigante) aro 29, mas uma nova opção está surgindo e ainda traz dúvidas. As rodas com aro 27,5 foram criadas para compensar a falta de agilidade do aro 29 e o peso, já que a primeira pesa menos do que a segunda e apenas 5% a mais do que a 26.

Entretanto, as maiores rolam mais facilmente por obstáculos, ou seja, possuem ângulo de ataque mais vantajoso. Nesse quesito, as rodas com 27,5 não diferem muito das de 29.

Em resumo, as rodas 27,5 são mais leves, apresentam melhor desempenho nas subidas e proporcional maior controle da bike. Por esse motivo, andar de bicicleta com esse tipo de aro é uma experiência diferenciada.

Bikes gordinhas

As fat bikes, ou “bikes gordinhas”, estão cada vez mais em alta. Isso porque apresentam uma vantagem muito interessante em relação às “magrelas” tradicionais: são excelentes para percorrer caminhos difíceis, como terrenos de areia, lama e neve. Elas possuem rodas “gordas” que facilitam nessa transposição e ajudam bastante a vida dos ciclistas aventureiros. Uma desvantagem, entretanto, pode ser o peso (em média 13kg) e baixa velocidade no final.

Mas a experiência de andar de bicicleta com esse tipo de roda compensa para quem gosta de conforto até mesmo em situações extremas, como trilhas com pedra e lama.

As mudanças nos treinos de bicicleta proporcionadas por essas novidades trazem benefícios e alteram a forma como andamos de bicicleta.

Gostou desse conteúdo? Quer receber novidades sobre o mundo das bikes? Assine nossa newsletter e fique por dentro!